Dia da Liberdade de Impostos em Porto Alegre – dia 25 de maio 2011

Press Release para o Dia da Liberdade de Impostos em Porto Alegre

O que é:
A comemoração do Dia da Liberdade de Impostos 2011 marca o dia que os brasileiros deixam de trabalhar para o governo, via pagamento de impostos, e começam a trabalhar para si.

Se a carga tributária representa aproximadamente 40% do PIB, o aniversário do transcurso de 40% do ano é na semana do dia 25 de maio (40% de 365 dias = 145 dias = 25 de maio).

Os tributos (impostos, taxas e contribuições) são exigidos pelos governos federal, estadual e municipal.  A tributação incide sobre:

  • Salários e Honorários através do imposto de renda, INSS, previdências oficiais e contribuições sindicais.
  • Consumo, embutido no preço dos produtos e serviços (PIS, Cofins, ICMS, IPI, etc).
  • Patrimônio (IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR).
  • E na forma de taxas (limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos e iluminação pública).

Objetivo:
Existe a necessidade de se conscientizar os contribuintes. O Governo não produz dinheiro, somente arrecada e gasta em prol dos cidadãos. Assim, é importante que aqueles que pagam saibam corretamente quanto estão pagando e possam cobrar mais pelos serviços públicos oferecidos em saúde, educação, segurança, saneamento, etc.

Ação:
Em Porto Alegre, a campanha é organizada pelo Instituto Liberdade, pela Associação da Classe Média (ACLAME) e pelo Instituto de Estudos Empresariais.

Será promovida a venda de gasolina sem o valor dos tributos para que os contribuintes entendam e despertem sua consciência sobre quanto pagam de impostos na gasolina.,

  • Será no dia 25 de maio, no Posto Firenze (Rua Santana 345) com a venda de 5.000 litros.
  • O valor da gasolina sem impostos ficará em R$ 1,40 o litro (calculado a partir da informação do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, baseado num total de 53,03% em tributos). O preço cheio da gasolina com impostos é de R$ 2,90/litro.
  • Cada motorista terá direito a comprar 20 litros por carro e haverá distribuição de senhas, a partir das 06h.
  • Às 10 horas e 30 minutos será iniciada a venda do combustível da campanha.
  • Pagamento somente em dinheiro. Informamos que o valor dos impostos será pago pelas entidades que promovem o evento.

Em Caxias, a rede Ditrento participa da campanha no Posto Cidadão Caxias, localizado na Rua 13 de maio 1004 (bairro Lourdes) no mesmo horário e condições de Porto Alegre e outras Capitais,

Outras Capitais que participam do protesto:

  • Belo Horizonte – MG
  • Rio de Janeiro – RJ
  • São Paulo – SP

IEE realiza I Fórum da Liberdade em Minas Gerais e se consolida nacionalmente

sexta-feira, 15 de outubro, 2010 | Postado em Capítulo Belo Horizonte | Eventos IEE | Fórum da Liberdade | IEE | MG | Os Valores da Liberdade

Realização do I Fórum da Liberdade em Minas Gerais consolida a expansão e o reconhecimento do Instituto de Estudos Empresariais no país. Evento ocorre no dia 22 de novembro, em Belo Horizonte.

Instituto de Estudos Empresariais (IEE) realizará, dia 22 de novembro, I Fórum da Liberdade em Minas Gerais. Criado em 1984, em Porto Alegre, com o objetivo de incentivar e preparar jovens líderes empresariais, com base nos conceitos de economia de mercado e livre iniciativa, o IEE já é uma realidade nacional. Desde 2005 com capítulo em Belo Horizonte e de 2007, em São Paulo, o Instituto se consolida em Minas Gerais com a realização do I Fórum da Liberdade, que acontecerá no dia 22 de novembro e terá como tema Os Valores da Liberdade.

Reconhecido nacional e internacionalmente, o Instituto criado por 20 integrantes vem crescendo ano após ano, e expandindo-se pelo país. Essa distinção se deu, principalmente, após a primeira edição do Fórum da Liberdade, em 1988.  Há 22 anos o evento é realizado em Porto Alegre, porém, com a expansão, reconhecimento e consolidação da instituição no país, a edição do I Fórum da Liberdade de Minas Gerais deverá ser um marco para o IEE.

A importância deste evento para a política, a economia e a sociedade em geral consagrou o Fórum da Liberdade como o maior evento da América Latina, trazendo um reconhecimento internacional ao IEE, e firmando suas bases e ideais nos estados do Brasil.

O Instituto possui mais de 200 associados, formando líderes empresariais de variados segmentos. Como resultado desse processo de formação, os associados passam a ocupar posições de liderança e relevância – com capacidade de pensar diferente e independência intelectual – no mercado de trabalho e na sociedade.

Durante o ano o IEE promove uma agenda repleta de atividades internas dos seus associados, buscando aliar aspectos teóricos e palestras de lideranças empresariais, políticas e intelectuais de renome nacional e internacional. Semanalmente é realizado jantar-debate, em Porto Alegre, Belo Horizonte e São Paulo, com personalidades que abordam temas polêmicos relacionados ao empreendedorismo, política e economia. Este evento, assim como o Fórum da Liberdade, proporciona aos associados a troca de ideias, informações e conceitos com ganhadores do Prêmio Nobel, presidentes mundiais e nacionais de grandes grupos empresariais, Ministros e Chefes de Estado, e renomados pensadores.

As ideias de um libertário

quinta-feira, 14 de outubro, 2010 | Postado em Uncategorized

reportagem

Material publicado no dia 11 de outubro de 2010, na revista Época.

Posse no IEE – Gestão 2010/2011

segunda-feira, 14 de junho, 2010 | Postado em Capítulo Porto Alegre | Eventos IEE | Felipe Quintana | Luiz Leonardo Fração | Presidente IEE

Luiz Leonardo Fração passa a presidência do Instituto de Estudos Empresariais (IEE) para Felipe Quintana. A cerimônia de pose será no dia 21 de junho, na Associação Leopoldina Juvenil. Na ocasião, haverá o pronunciamento de David Feffer, presidente da Suzano Holding. Integram a nova diretoria Felipe Quintana, Ricardo Santos Gomes, Guilherme Bolognesi Peretti, Tomás Escosteguy Petter, Vasco Maestri Trindade e Priscila Drebes Filimberti.

Fonte: Jornal do Comércio

Posse do IEE – Capítulo Belo Horizonte

sexta-feira, 04 de junho, 2010 | Postado em Belo Horizonte | IEE | Presidente IEE | Salim Mattar | Sílvia Araujo

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A competente Sílvia Araujo, diretora e uma das herdeiras da rede Drogaria Araujo, assumiu a presidência do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), que incentiva e prepara novas lideranças com base nos conceitos de economia de mercado e livre iniciativa. Assumindo as novas diretorias, Julio Vasconcellos, Grupo Tuma, Alex Maciel, Coletânea de Ideias, Rafaela Abraão, Laboratório Humberto Abraão e Daniel Katz, da Katz Empreendimentos. No evento, que contou com destacados nomes do mundo empresarial, Salim Mattar – como CEO da Localiza e principal incentivador do IEE de Minas – proferiu interessante pronunciamento sobre as virtudes da livre iniciativa.

CEOs de empresas de TI debateram História do Brasil e Empreendedorismo na Antonio Meneghetti Faculdade

sexta-feira, 21 de maio, 2010 | Postado em Antonio Meneghetti Faculdade | História do Brasil | empreendedorismo

Na mesa de debates, o CEO do Grupo Meta IT, Telmo Costa, e o CEO do Grupo Processor, César Leite, trocaram idéias com o jornalista, sociólogo e escritor Jorge Caldeira sobre a característica empreendedora do povo brasileiro. O evento se deu no dia 16/05, na Antonio Meneghetti Faculdade, município de São João do Polêsine (RS)

O Brasil é um país com uma longa tradição de empreendedorismo e que forma cidadãos com vocação para empreender. Essa foi, em linhas gerais, a mensagem deixada para o público de cerca de quatrocentas pessoas que esteve presente no domingo (dia 16) à mesa redonda “Empreendedorismo e Contribuições Sociais – A História do Empreendedorismo Brasileiro e Novos Desafios”, realizado na Antonio Meneghetti Faculdade (AMF).

O convidado especial do debate foi o escritor, sociólogo e jornalista Jorge Caldeira, autor de obras como “História do Brasil com Empreendedores” e “Mauá, o empresário do império”. A mesa redonda era composta ainda por outros convidados que conhecem bem o significado de empreender: o presidente do Grupo Meta IT, Telmo Costa, e o presidente do Grupo Processor, César Leite – ambos dirigentes de grandes empresas gaúchas do setor de Tecnologia da Informação -, além do Diretor de Formação do Instituto de Estudos Empresariais, Ricardo Gomes.

Ao início das atividades da mesa redonda, cada convidado teve alguns minutos para dar seu depoimento de abertura. O escritor Jorge Caldeira contou que em seu livro “História do Brasil com Empreendedores”, ele comprova que o Brasil é um país cujo povo tem, desde os tempos do Império, a busca pelo empreender. “A economia do Brasil Colônia crescia mais do que a de Portugal. Ela era desenvolvida não tanto pelo governo mas sim pelos empreendedores”, disse.

César Leite lembrou aos alunos da AMF o quanto o pensamento do autor paulista, Jorge Caldeira, trazia similaridades com as idéias apresentadas pelo presidente do Conselho Científico dessa Faculdade, o Acadêmico Professor Antonio Meneghetti. “Os argumentos levantados por Jorge Caldeira, em muitos momentos, retomam aqueles apresentados pelo cientista Antonio Meneghetti. Em obras como “Economia e Política Hoje – Brasil 2000″, lançado há 10 anos, ele já falava da característica empreendedora brasileira”.

Para o CEO do Grupo Meta IT, Telmo Costa, foi a hora de falar aos jovens presentes sobre sua experiência pessoal como um dos fundadores da empresa de que hoje é sócio. “O empreendedor é movido por uma ânsia pessoal de criar alguma coisa que vai durar mais que ele”, conta.

Ricardo Gomes falou que aqueles que desejam empreender no Brasil têm a vantagem de contarem com um país de cultura pacífica. “No Brasil, não conhecemos conflitos sociais e nem religiosos. Somos uma sociedade aberta, liberal, boa, em que, mesmo quando o Estado não consegue realizar, o empreendedor faz”.

Entre os temas abordados no debate, intermediados por perguntas do público, estiveram ainda História do Brasil, tacha tributária brasileira, oportunidades para que os jovens possam se tornar empreendedores, cuidados que esses precisam ter para conseguirem sucesso ao empreender e o papel do Governo no apoio ou como um obstáculo ao empreendedorismo. Abordou-se também o perfil do empreendedor brasileiro, que não está identificado apenas com um empresário, dono de uma empresa, mas sim com todo aquele que encontra um significado para sua vida ao encontrar um projeto que possa ajudar a construir, mesmo que esse projeto tenha sido idealizado por outra pessoa. “O importante do sentido de empreender a vida é você acreditar que amanhã ela pode ser melhor dependendo do que você faz hoje”, lembrou Jorge Caldeira.
As inscrições para o evento foram realizadas mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. As arrecadações obtidas estão sendo destinadas para creches dos municípios de Restinga Seca e São João do Polêsine (RS).

Contexto – Político Meirelles diz que juros podem subir

segunda-feira, 03 de maio, 2010 | Postado em Banco Central | Fernando Henrique Cardoso | henrique meirelles

Figura1

Num sinal claro de alta da taxa de juros, depois de 17 meses, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou ontem que a indexação da taxa Selic é o método mais eficaz para controlar a inflação. A duas semanas da reunião do Conselho de Política Monetária (Copom), que deverá definir o novo índice (hoje é 8,75% ao ano), ele adiantou apenas que o aumento não será excessivo. O presidente do BC foi um dos astros a passar pelo XXIII Fórum da Liberdade, encerrado ontem em Porto Alegre.

Na palestra especial, Meirelles apresentou indicadores para comprovar a melhora da economia nos últimos anos. Indagado sobre os reflexos de uma possível alta da Selic em ano eleitoral, Meirelles mostrou-se tranquilo. “Hoje, a nação brasileira já tem consciência de que o grande problema é o controle da inflação e não da taxa de juros”, definiu.

Ontem à noite, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participou do painel final. Ele analisou questões do liberalismo. Em dois dias, 5 mil pessoas passaram pelo Centro de Eventos da PUCRS. Com seis temas propostos para entender o mundo, 22 convidados de diferentes linhas do pensamento expuseram ideias plurais sobre o capitalismo e o socialismo.

Fonte: Contexto Politico

Até quando o MST abusará da paciência nacional

segunda-feira, 03 de maio, 2010 | Postado em Fernando Henrique Cardoso | XXIII Fórum da Liberdade

Manter o equilíbrio sobre problemas de uma sociedade não é fácil. No Brasil, então, é um exercício diário que exige reflexão e uma síntese das diversas correntes que se digladiam, algumas com vieses ideológicos superados. A utopia de uma sociedade sem classes e onde todos os serviços, a produção e a distribuição dos bens seria atribuição governamental ruiu de maneira fragorosa. O capitalismo persistiu porque só ele permite que as pessoas tenham liberdade para produzir, empreender, ter lucro e construir o seu próprio futuro, sem que a mão do Estado aponte os caminhos. A economia de mercado, a iniciativa privada, o direito à propriedade e o modelo capitalista, enfim, são o melhor e o único modelo do progresso e da satisfação pessoal e coletiva. A desoneração tributária, na crise de 2008/2009, provou que menos impostos animam as vendas e colocam dinheiro no consumo. Por isso é de espantar que passem os anos e um grupo de pessoas continue afrontando o ordenamento jurídico e promovendo desordens. De novo, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) invadiram uma sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), uma agência do Banco do Brasil e duas fazendas no Pontal do Paranapanema, em São Paulo. Em sete dias, 42 ações em 16 estados. Ninguém faz nada porque é um movimento social cuja conduta não deve ser criminalizada. Tudo faz parte de um nebuloso Abril Vermelho, em que todas as liberdades são dadas em nome da democracia que esse grupo renega. O MST não tem razão jurídica e nem responsáveis oficiais e se diz vítima, com a maioria distante das lides do campo. As ações integram o Mês de Luta por Reforma Agrária, em memória do massacre de Eldorado de Carajás, no Pará, em 1996. O governo Lula aumentou os investimentos no campo de R$ 3 bilhões para R$ 10 bilhões. Mas o déficit e os recursos nunca bastam. Nada satisfaz, e o agronegócio deve ser banido, segundo o movimento, um disparate socioeconômico.

Lastimavelmente, os que querem o atraso, um modelo igual a Cuba, estão livres, no Brasil, para desrespeitar a lei e a Justiça. O MST prova que nenhum senhorio é tão absoluto como quando os povos permitem a ação dos tiranos. O País não merece ser uma nova Cuba, menos ainda seguir o modelo do destrambelhado Hugo Chávez e nem se apoiar nas sandices de Evo Morales. Merecemos muito mais. O MST permanece envolto nas brumas de um passado que acabou. É um espectro com viés político que almeja receber, na marra, o que milhões de brasileiros mourejam durante décadas para alcançar. O MST cansou. Está sepultado pela sua própria ignorância para entender que o mundo que preconiza morreu. Como dito por Fernando Henrique Cardoso no Fórum da Liberdade, não se pode ter uma única direção, ainda que se reconheçam alguns acertos, aqui e ali, das correntes ditas à esquerda. Os governos não podem julgar que a sua maior tarefa é tolerar os inoportunos. Como a fazenda roubada nunca é bem aproveitada, que a lei caia com a sua mão forte sobre o MST. Tivemos uma morte aqui no Estado de um infeliz, pobre e confuso invasor de terras. Serviu a quem e para quê? A privação da liberdade e da vida é considerada o maior crime em todos os códigos civilizados. E no Brasil? Para o MST descumprir a ordem e as leis é virtude, é “luta”. Para os que são tementes à Justiça, nada mais do que tirania, injustiça ou imprudência. Liberdade sem juízo, como pratica o MST, é como pólvora em mãos de crianças.

Fonte: Jornal do Comércio

Como escolher o presidente?

segunda-feira, 03 de maio, 2010 | Postado em Dilma Rousseff | José Serra

Agora já é oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas alternativas viáveis para a próxima eleição. Como escolher, sabendo que nenhuma das alternativas é ideal para levar o Brasil à quinta, quarta ou terceira economia mundial e também não representa aqueles que defendem as liberdades individuais? Pensar em voto nulo não é o caso, pois, segundo os antigos atenienses, “assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum”. Portanto, a minha escolha recai no José Serra, que é o mais capacitado para o cargo. Mas não é só por isso: precisamos livrar-nos da ameaça futura do socialismo “bolivariano”.

Lendo o artigo “Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia”, de Rodrigo Constantino, formado em Economia, com MBA de Finanças, autor de diversos livros e vencedor do prêmio Libertas, em 2009, no XII Fórum da Liberdade, fiquei mais tranquilo com a minha escolha.

A fim de ajudar os indecisos, tomo a liberdade de transcrever trecho do referido artigo:

“Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Ambos desejam mais governo. Ambos rejeitam o livre mercado, o direito de propriedade privada, o capitalismo liberal. Mas existem algumas diferenças importantes também. O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios – os mais abjetos – para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso. O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto,

Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, as ONGs, as estatais, as agências reguladoras, tudo! O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo. Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo. A simbiose entre Estado e Governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.

Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Sim, Serra tem forte viés autoritário, apresenta indícios fascistas em sua gestão no governo de São Paulo, deseja controlar a economia como um czar faria, estou de acordo com isso tudo. Serra representa um perigo para as liberdades, isso é fato. Mas uma continuação da gestão petista através de Dilma é um tiro certo rumo ao pior. Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas, sim, por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje. Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente? Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo ‘bolivariano’?”

Fonte:  Gazeta de Piracicaba

O BILIONÁRIO CHILENO QUE INVESTE NO RS

terça-feira, 02 de março, 2010 | Postado em XXIII Fórum da Liberdade

Eliodoro Matte, presidente da CMPC, ressalta que expansão vai ser ditada pela oportunidade e recuperação do mercado

Com fortuna estimada em US$ 7,9 bilhões que o transforma no empresário mais rico do Chile, Eliodoro Matte é um homem simples. Pelo menos é o que dizem as pessoas que conhecem na intimidade o presidente da Compañía Manufacturera de Papeles y Cartones (CMPC), um grupo do ramo de papel que, no final do ano passado, adquiriu, por US$ 1,43 bilhão, a unidade de Guaíba da Fibria (ex-Aracruz). Descendente de uma família que, desde meados do século 19, já deu ao Chile reitores, ministros, banqueiros, empresários, diplomatas e senadores, Matte tem o hábito de dirigir o próprio carro e verificar se seus executivos têm horários disponíveis na agenda antes de solicitar reuniões com eles.

Aos 64 anos, casado, pai de três filhos e formado em engenharia civil, dirige uma companhia fundada em 1920 por seu tio-avô Luiz Matte Larrain. A holding é o guarda-chuva que abriga diveempresas do ramo de madeira, papel e celulose, além de banco e mineradora, entre outras. Nesta entrevista, Matte, que estará na Capital em abril, no 23º Fórum da Liberdade, fala sobre a perspectiva para seus investimentos no país.

Zero Hora – O Brasil tem uma economia bem mais regulada do que a chilena. Isso não o amedronta?

Matte – O Brasil é um grande país, atrativo para desenvolver negócios, que tem um sistema econômico sério, com regras claras, e onde há apoio da sociedade para a empresa. As autoridades estão empenhadas em facilitar e empurrar a iniciativa privada e isso é o que favorece a chegada de novos investidores. No entanto, verificamos que em determinadas áreas há excesso de regulamentação, que, simplificada, não há dúvida, estimulará ainda mais a inovação e o empreendedorismo.

ZH – Quais as suas perspectivas para a economia brasileira?

Matte – É um país que conta com um enorme potencial e tem feito progressos notáveis. O desempenho da economia na última crise tem sido a recompensa de introduzir e manter reformas por um longo período. Esperamos que essa estabilidade também dê retorno e gere mais efeitos positivos.

ZH – A estrutura tributária brasileira pode significar algum atraso em seus investimentos?

Matte – As questões tributárias no Brasil requerem atenção e planejamento cuidadoso. Mas, uma vez assimilada a estrutura e a forma de operar, não parece que deva tornar-se um obstáculo.

ZH – Na opinião do senhor, quais são os pontos fortes e fracos da economia?

Matte – Ter instituições sólidas e regras claras são pontos fortes. Assim como contar com profissionais de qualidade comprovada. O Brasil ainda deve resolver problemas em diversos âmbitos, como a maioria dos países. Nossa visão dos fundamentos da economia é otimista a longo prazo. Especialmente se seguir avançando em torná-la mais aberta e competitiva.

ZH – Quais são os seus planos para a unidade adquirida da Fibria? O que pretende investir na fábrica?

Matte – A CMPC colocará seu foco na integração, no desenvolvimento e na sustentabilidade das aquisições das unidades de Guaíba e da empresa Melhoramentos, em São Paulo, atingindo a eficiência em cada um de seus processos, estabelecendo relações de longo prazo com as comunidades vizinhas e criando sinergias com as outras operações que a companhia detém. A expansão do nosso negócio no Rio Grande do Sul será ditada pela recuperação e oportunidade que nos seja entregue pelo mercado.

ZH – Quais são os próximos passos do grupo CMPC no Brasil?

Matte – Sempre estamos olhando as oportunidades. Nos últimos anos, o esforço tem sido colocado no negócio de tissue na região e isso teve um grande avanço. Agora o fazemos em celulose, após a apresentação de uma oportunidade muito boa. Assim seguiremos. Não temos limites para avançar o trabalho. Estamos muito satisfeitos e felizes de chegar ao Brasil, sobretudo tendo em conta sua importância continental. Sabemos que aqui temos uma grande oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

- Fonte: Zero Hora -