O BILIONÁRIO CHILENO QUE INVESTE NO RS

terça-feira, 02 de março, 2010 | Postado em XXIII Fórum da Liberdade

Eliodoro Matte, presidente da CMPC, ressalta que expansão vai ser ditada pela oportunidade e recuperação do mercado

Com fortuna estimada em US$ 7,9 bilhões que o transforma no empresário mais rico do Chile, Eliodoro Matte é um homem simples. Pelo menos é o que dizem as pessoas que conhecem na intimidade o presidente da Compañía Manufacturera de Papeles y Cartones (CMPC), um grupo do ramo de papel que, no final do ano passado, adquiriu, por US$ 1,43 bilhão, a unidade de Guaíba da Fibria (ex-Aracruz). Descendente de uma família que, desde meados do século 19, já deu ao Chile reitores, ministros, banqueiros, empresários, diplomatas e senadores, Matte tem o hábito de dirigir o próprio carro e verificar se seus executivos têm horários disponíveis na agenda antes de solicitar reuniões com eles.

Aos 64 anos, casado, pai de três filhos e formado em engenharia civil, dirige uma companhia fundada em 1920 por seu tio-avô Luiz Matte Larrain. A holding é o guarda-chuva que abriga diveempresas do ramo de madeira, papel e celulose, além de banco e mineradora, entre outras. Nesta entrevista, Matte, que estará na Capital em abril, no 23º Fórum da Liberdade, fala sobre a perspectiva para seus investimentos no país.

Zero Hora – O Brasil tem uma economia bem mais regulada do que a chilena. Isso não o amedronta?

Matte – O Brasil é um grande país, atrativo para desenvolver negócios, que tem um sistema econômico sério, com regras claras, e onde há apoio da sociedade para a empresa. As autoridades estão empenhadas em facilitar e empurrar a iniciativa privada e isso é o que favorece a chegada de novos investidores. No entanto, verificamos que em determinadas áreas há excesso de regulamentação, que, simplificada, não há dúvida, estimulará ainda mais a inovação e o empreendedorismo.

ZH – Quais as suas perspectivas para a economia brasileira?

Matte – É um país que conta com um enorme potencial e tem feito progressos notáveis. O desempenho da economia na última crise tem sido a recompensa de introduzir e manter reformas por um longo período. Esperamos que essa estabilidade também dê retorno e gere mais efeitos positivos.

ZH – A estrutura tributária brasileira pode significar algum atraso em seus investimentos?

Matte – As questões tributárias no Brasil requerem atenção e planejamento cuidadoso. Mas, uma vez assimilada a estrutura e a forma de operar, não parece que deva tornar-se um obstáculo.

ZH – Na opinião do senhor, quais são os pontos fortes e fracos da economia?

Matte – Ter instituições sólidas e regras claras são pontos fortes. Assim como contar com profissionais de qualidade comprovada. O Brasil ainda deve resolver problemas em diversos âmbitos, como a maioria dos países. Nossa visão dos fundamentos da economia é otimista a longo prazo. Especialmente se seguir avançando em torná-la mais aberta e competitiva.

ZH – Quais são os seus planos para a unidade adquirida da Fibria? O que pretende investir na fábrica?

Matte – A CMPC colocará seu foco na integração, no desenvolvimento e na sustentabilidade das aquisições das unidades de Guaíba e da empresa Melhoramentos, em São Paulo, atingindo a eficiência em cada um de seus processos, estabelecendo relações de longo prazo com as comunidades vizinhas e criando sinergias com as outras operações que a companhia detém. A expansão do nosso negócio no Rio Grande do Sul será ditada pela recuperação e oportunidade que nos seja entregue pelo mercado.

ZH – Quais são os próximos passos do grupo CMPC no Brasil?

Matte – Sempre estamos olhando as oportunidades. Nos últimos anos, o esforço tem sido colocado no negócio de tissue na região e isso teve um grande avanço. Agora o fazemos em celulose, após a apresentação de uma oportunidade muito boa. Assim seguiremos. Não temos limites para avançar o trabalho. Estamos muito satisfeitos e felizes de chegar ao Brasil, sobretudo tendo em conta sua importância continental. Sabemos que aqui temos uma grande oportunidade de crescimento e desenvolvimento.

- Fonte: Zero Hora -

Fórum da Liberdade confirma lideranças nacionais e internacionais

terça-feira, 02 de março, 2010 | Postado em Fernando Henrique Cardoso | IEE | XXIII Fórum da Liberdade

O XXIII Fórum da Liberdade já tem a confirmação de 12 lideranças nacionais e internacionais. O Fórum terá como debate “Seis Temas para Entender o Mundo, a Cultura das Civilizações”, e acontecerá nos dias 12 e13 de abril, no Centro de Eventos da Pucrs, em Porto Alegre.

Ao longo das 22 edições já realizadas, o Fórum da Liberdade reuniu 50 mil participantes, com 227 conferencistas, 6 chefes de Estado, 4 ganhadores do Prêmio Nobel de Economia, 99 acadêmicos e intelectuais, 21 ministros de Estado e 24 lideranças empresariais.

Em 2009, o fórum conta com as presenças do presidente do Conselho de Administração das Empresas CMPC S.A, Eliodoro Matte; do presidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco Múltiplo S.A, Pedro Moreira Salles; do ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração da BM&F Bovespa, Armínio Fraga; do membro-fundador do Instituto Millenium e diretor do Instituto Liberal, Rodrigo Constantino;d o diretor do Instituto para a Liberdade em Quito, Juan Fernando Carpio; de um dos fundadores da Vanguarda Popular Revolucionária, João Quartim de Moraes; do historiador e autor do best seller New York Times, Thomas Woods; do presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), Arthur Badin; do diretor executivo da Junior Achievement da Argentina, Eduardo Marty; do professor associado do Instituto de Desenvolvimento Rural da Academia Chinesa de Ciências Sociais, Xingyuan Feng; do presidente do Conselho de Administração da Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter e do ex-presidentede república Fernando Henrique Cardoso.

Através dos grandes conferencistas que reúne em Porto Alegre, o Fórum alcançou reconhecimento e credibilidade nacional e internacional. Entres os nomes de destaque presentes no histórico do Fórum da Liberdade, já estiveram em Porto Alegre lideranças como: Almir Pazzianotto, Armando de La Torre, Armínio Fraga, César Maia, Ciro Gomes, Deepak Kumar Lal, Domingo Cavallo, Donald Stewart Jr, Douglass North, Felipe Larraín, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Gary Becker, Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles, Henry Maksoud, Hernan Büchi, Hernando de Soto, James Buchanan, James Heckman, John Danilovich, Jorge Batle, Jorge Gerdau Johannpeter, José Maria Aznar, José Serra, Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Maciel, Mário Vargas Llosa, Nelson Jobim, Paulo Renato Souza, Pedro Malan, Pedro Parente, Ricardo Murphy, Roberto Campos, Ruth Richardson, Vicente Fox, Walter Willians.

- Fonte: Jornal do Comércio -

Homem simples

quinta-feira, 11 de fevereiro, 2010 | Postado em Uncategorized

Com fortuna estimada em US$ 7,9 bilhões e considerado o homem mais rico do Chile, o presidente da Compañía Manufacturera de Papeles y Cartones (CMPC), Eliodoro Matte, é considerado um homem simples. Pelo menos é o que dizem pessoas que conhecem o novo dono da Celulose Riograndense (ex-Aracruz), de Guaíba, comprada por ele no final do ano passado.

Matte, que estará por aqui em abril participando do 23º Fórum da Liberdade, tem o costume de dirigir seu próprio carro, verifica se seus executivos têm agenda antes de solicitar reuniões com eles. Aliás, uma das características do grupo é manter os funcionários por longo tempo nas empresas.

- Fonte: ZeroHora -

Fórum da Liberdade

quinta-feira, 11 de fevereiro, 2010 | Postado em XXIII Fórum da Liberdade

O economista Rodrigo Constantino é um dos debatedores confirmados para o XXIII Fórum da Liberdade, promovido pelo Instituto de Estudos Rmpresariais, que acontecerá nos dias 12 e 13 de abril na Pucrs, em Porto Alegre. O tema abordado será o Socialismo. Constantino é autor de cinco livros e mebro-fundador do Instituto, Millenium, diretor do Instituto Liberal e membro do Conselho Consultivo do Instituto Federalista. Foi o vencedor do Prêmio Libertas em 2009, no XXII Fórum da Liberdade.

- Fonte: Jornal do Comércio -

Why is economic liberalism so taboo in socially liberal Brazil?

segunda-feira, 01 de fevereiro, 2010 | Postado em Uncategorized

Figura1

Campos: a Brazilian liberal in London

“ADMITTING to liberalism explicitly,” wrote Roberto Campos, a Brazilian politician, diplomat and swimmer against the tide who died in 2001, “is as outlandish in a country with a dirigiste culture as having sex in public.” His observation still holds for Brazil, where economic liberals (in the British, free-market sense, not the socialistic American one) are as scarce as snowflakes. Government revenue as a share of GDP has risen steadily in the past decade, and is now closer to the level in rich European countries than that of Brazil’s middle-income peers. Despite this, none of the likely candidates in the presidential election due in October talks about cutting taxes. The two leading candidates are both on the tax-and-spend centre-left.
Brazil’s shortage of economic liberals is even stranger given the country’s history. In Chile economic liberalism was tainted by association with military rule. But Brazil’s 1964-85 military dictatorship chose an economic model built around state planning and restricted imports. It is necessary to go back to the 19th century, when Brazil’s then monarchy was briefly in thrall to Scottish economists, to find something like classical liberalism there.
One reason why liberals have been so muted since Brazil became a democracy again is that voting in elections is compulsory. This means that a large number of poor voters, who pay little tax but benefit from government welfare spending, help to push the parties in the direction of a bigger state. If the same system were to be applied to America, the Democrats might well enjoy a permanent majority.
Also, many of today’s leading Brazilian politicians played a part in the opposition to military rule. This world of intellectual and sometimes violent resistance was dominated by various shades of left-wing thought, seasoned with anti-Americanism (the United States welcomed the 1964 coup that brought the generals in). During the dictatorship today’s president, Luiz Inácio Lula da Silva, was a trade-union boss; his predecessor, Fernando Henrique Cardoso, was a Marxist academic. The front-runner in the presidential polls, José Serra (from Mr Cardoso’s Social Democrats), was an exiled former student leader. His main rival, Dilma Rousseff (from Lula’s Workers’ Party), was a Trotskyist.
That said, all of these people have proved to be pragmatists when in office. Mr Cardoso’s government, in which Mr Serra was health minister, mixed liberalism and social democracy in similar quantities to Tony Blair’s government in Britain.

Lula’s, in which Ms Rousseff is his chief of staff, has continued in like vein.
What will happen when this generation is succeeded by a younger one? Carlos Alberto Sardenberg, a broadcaster and author of a recent plea to rehabilitate liberalism, called “Neoliberal, no. Liberal”, fears that Brazil’s schools and publicly funded universities are so ideologically skewed that their worldview is likely to reproduce itself in the next generation.
However, things may not be so bad. For a start, the institutions that carry out economic policy are more liberal, in the sense of being free from government interference, than they have been for a long time. The Central Bank is independent in practice if not in law and the real floats freely against other currencies. Since President Fernando Collor eased restrictions on imports in 1990 Brazil has become more open to trade. Just as in India, which saw a similar opening at the same time, companies have improved productivity as a result of foreign competition, and some big firms have expanded successfully abroad.
This recent advance has encouraged those who would like Brazil to move further in this direction to make more noise. The Liberty Forum, an annual gathering in the southern city of Porto Alegre, attracts the most dedicated members of this tribe. But they can also be found in the Movement for a Competitive Brazil, a lobby group founded by Jorge Gerdau Johannpeter, a steel baron; within the influential economics faculty of PUC-Rio, a university; and among the bankers and senior managers of Brazilian firms engaged in trade.

No home to call their own
As in many democracies, Brazil’s liberals lack a party where their views are welcome. The fading Democrat party (previously called the Liberal Front) tried to become this, but struggled to escape its origins as an old-fashioned, pork-barrel, machine party. The latest blow to its attempt at transformation came in November when police launched an investigation into an alleged kickback scheme involving José Roberto Arruda, the Democrat governor of Brasília (he denies wrongdoing). Brazil’s small band of economic liberals, marginalised in politics, can console themselves that at least their country is among the most socially liberal. All sorts of religious minorities worship freely; São Paulo hosts the world’s largest gay-pride march. Cultural conservatives pushing in the opposite direction are disorganised and uninfluential. For now, though, people who want to practise economic liberalism are advised to do so in private. Roberto Campos’s critics often dismissed him as “Bob Fields”, an English translation of his name, implying his ideas were foreign. A politician pushing his ideas now would still be viewed as a bit eccentric.

O único

quarta-feira, 27 de janeiro, 2010 | Postado em XXIII Fórum da Liberdade

Dos quatro filhos do lendário banqueiro Walther Moreira Salles, fundador do Unibanco, Pedro (foto) foi o único que se interessou por economia e finanças, dando seguimento ao trabalho da família. O executivo estará por aqui, em abril, para falar sobre as tendências do sistema financeiro nacional e a internacionalização do Itaú-Unibanco, conglomerado financeiro no qual exerce a presidência do Conselho de Administração. Pedro Moreira Salles participará do XXIII Fórum da Liberdade no painel que tratará sobre capitalismo.

Fonte: Zero Hora

O outro Fórum

quarta-feira, 27 de janeiro, 2010 | Postado em XXIII Fórum da Liberdade

Em tempos de Fórum Social Mundial, o XXIII Fórum da Liberdade manda notícias: o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga confirmou presença na 23 edição do evento, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de abril. Fraga participará de um painel sobre capitalismo. Economista, ele é o principal acionista da Gávea Investimentos.

Fonte: Correio do Povo

Miúdas

quarta-feira, 27 de janeiro, 2010 | Postado em XXIII Fórum da Liberdade

Historiador e escritor norte-americano Thomas Wood confirmou presença no XXIII Fórum da Liberdade, dias 12 e 13 de abril.

Fonte: Jornal do Comércio

Convite Mega

segunda-feira, 18 de janeiro, 2010 | Postado em Luiz Leonardo Fração | XXII Fórum da Liberdade

Na sede da mitológica empresa Berkshire Hathaway, o Presidente do Instituto de Estudos Empresariais Leonardo Fração participou de encontro com o mega investidor Warren Buffett – e sproveitou para convidá-lo para o 23º Fórum da Liberdade, em abril, na Capital.

IEE recebe homenagem da Federasul pelos seus 25 anos

sexta-feira, 04 de dezembro, 2009 | Postado em Federasul | IEE | Luiz Leonardo Fração | Presidente IEE

O Instituto de Estudos Empresariais (IEE) foi homenageado pelos seus 25 anos de atividades na reunião-almoço “Tá na Mesa”, da Federasul, hoje, 2, antes da palestra do presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (ABEF), Francisco Turra. O presidente do IEE, Leonardo Fração, estará no evento representando o Instituto nesta homenagem prestada pela Federasul.

Fundado em Porto Alegre, em 1984, o IEE é uma entidade que tem como intuito a formação de jovens lideranças empresariais que se comprometam com um modelo de organização social e política para o Brasil, baseado no ideal democrático de liberdades individuais. Composto por jovens empresários entre 20 e 35 anos, que atuam nos mais variados segmentos da economia, o IEE possui, desde 2005, Capítulo em Belo Horizonte e, desde 2007, em São Paulo. Atualmente, são 140 associados em Porto Alegre, 20 em Belo Horizonte e 14 em São Paulo, totalizando 174 integrantes.

Nestes 25 anos de atividades o IEE, que em 1984 foi fundado por 20 integrantes, vem crescendo ano após ano, especialmente após a primeira edição do Fórum da Liberdade, em 1988. Daquele ano em diante, o Instituto passou a ser conhecido nacional e internacionalmente.

Fonte: Consumidor RS